Confissão Picante: O Despertar Devorador com Amel
As primeiras luzes do dia infiltram-se pelas persianas entreabertas. O quarto cheira a sexo da noite anterior. Meu corpo nu estendido nos lençóis amarrotados. Amel acorda primeiro. Seus olhos escuros passeiam sobre mim. Eu durmo pesado, fugindo dos pesadelos de caçadas sangrentas. Ela sussurra no meu ouvido. Bébé. Nada. O coração dela acelera. Desejo sobe como lava. Ela se ergue devagar. Pele morena contra a minha, quente. Mão na minha peito. Desce pelo abdômen tenso. Beijo no canto da boca. Eu gemo baixo. Ainda no sono. Ela desce. Beijos no torso. Língua traçando músculos. Meu pau mole à frente dela. Dedos envolvem devagar. Acaricia. Eu abro os olhos na bruma. Vejo-a ali, linda, faminta. Coração martela no peito. Calor sobe. Pele arde. Ela lambe a extensão da verga. Lento. Molhada. Meu pulso explode. Respiração curta. Quero possuí-la agora. Mas ela manda. Urgência cresce. Vermelho no cérebro. Tudo ferve.
Ela pega nas bolas. Língua gira ao redor. Suave. Chupa uma. Depois a outra. Eu gemo alto. Pau endurece na mão dela. Ela cospe no glande. Saliva escorre quente pelas veias pulsantes. Beijos na haste. Coração galopa. Suor brota na testa. Ela engole tudo. Boca quente envolve o pau rígido. Sucção lenta. Profunda. Língua pressiona embaixo. Masturba a base. Eu agarro os lençóis. Quadris sobem. Foda a boca dela. Selvagem. Ela acelera. Cabeça sobe e desce. Baba escorre pelo queixo. Meu pau aço lateja. Veias inchadas. Bolas contraem. Ela suga forte. Olhos nos meus. Fogo puro. Eu perco o controle. Gemidos rasgam a garganta. Suor pinga. Pele colada. Ela lambe as bolas de novo. Chupa voraz. Volta ao pau. Masturba rápido. Glande roxo explode em vista. Eu aviso. Vem. Ela não para. Branla furioso. Jatos grossos de porra voam no meu ventre. Gracos. Sim. Corpo treme. Ela mama o resto. Teta o glande sensível. Eu gozo ondas. Coração surda. Prazer devora tudo. Selvagem. Sem freios.
A Febre
Ela solta o pau mole. Subi. Beija minha boca. Sabor de mim nela. Bom dia. Eu volto à terra. Pele ainda queima. Porra fria no abdômen. Ela sorri safada. Salta da cama. Corpo nu brilha de suor. Vai ao banheiro. Eu pego lenço. Limpo o gozo pegajoso. Coração desacelera devagar. Pernas fracas. Sensação única. Placer total. Perigoso como nossas vidas de caçadores. Vampiros à espreita. Mas agora, calma. Cinzas quentes. Ela me deu isso. Devorou-me vivo. Quero mais. Sempre mais. A pele formiga. Eco do êxtase. Único. Devorador.



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