Confissão Picante: A Japonesa que Curou Minha Verga no Naturista
O bungalow cheirava a sol e suor provençal. Portas abertas, ar fresco da manhã. Eu massageava a verga inchada pela piqûre da guêpe. Pomada fria escorria pelos dedos. Dor latejava, mas aliviava. Eiko surge na porta. Nua. Pele bronzeada sem marcas. Pubis peludo, negro como ébano. Olhos amendoados fixos no meu pau. Coração martela. Pele arde. Ela sorri. Voz doce: “Queres que eu faça?” Subo no colchão. Corpo dela cola no meu. Seios roçam. Mamas endurecem. Cheiro dela invade. Doce, animal. Pego o tubo. Ela espalha. Dedos leves. Circulares. Verga pulsa. Endurece. Calor sobe. Respiração ofega. Olhos nos meus. “Natural bandar”, diz. Rosto baixa. Boca abre. Língua no gland. Suave. Decalota. Chupa o frein. Não avança. Protege a pele sensível. Corpo treme. Coração explode. Verga incha mais. Ela lambe cada milímetro. Rosado brilha. Saliva escorre. Eu gemo. “Vou gozar!” Ela segura. Boca fecha. Jatos quentes. Três golfadas. Ela engole. Olha up. Fio de porra escorre no queixo. Beija-me. Língua empurra meu sêmen na minha boca. Salgado. Íntimo. Selvagem. Corpo queima. Desejo consome.
Ela desce. Beijos no pescoço. Mãos no peito. Chupa mamilos. Duros. Mordem. Dor prazerosa. Desce ao pubis. Pele em brasa. Eu agarro seios dela. Firmes. Pesados. Sucção nos bicos. Ela geme. Arqueia. Dedos no matagal negro. Vulva molhada. Língua mergulha. Néctar cremoso. Clitóris inchado. Chupo. Dedos entram. Vaivém. Ela explode. Jus jorra. Corpo convulsa. Orgasmo rasga. Grita baixo. Suor pinga. Olhos vidrados. Agora ela. Dedos no meu cu. Prostate achada. Pressiona. Gozo seco. Ondas sem porra. Corpo derrete. Ela guia Bob. God de Roger. Entrada lenta. Vulva engole. Vaivém feroz. Gemidos ecoam. Depois Bob junior. Cu apertado. Cyprine lubrifica. Perfuro. Ela urra prazer. Ritmo acelera. Último dia. Preservativo no pau curado. Entra na cona. Longo. Profundo. Ela vira. “Encule-me.” Dedos na buceta. Lubrifica ânus. Pau enorme. Pressiona. Dilata. Entra devagar. Férreo. Gemidos. Acelero. Hanches batem. Ela grita. Orgasmo devasta. Eu gozo dentro. KO. Suor colado.
A Febre
Corpos separam devagar. Pele ainda quente. Toque suave. Olhares se cruzam. Amor. Puro. Verdadeiro. Marion e Flora assistem. Silêncio. Eiko fala: “Fizemos amor. Estamos apaixonados.” Elas riem. Aceitam. Eu prometo: “Ela continua bi. Com vocês. Equilíbrio.” Elas vibram. Beijos. Abraços nus. Verga mole. Coração cheio. Centro naturista nos mudou. Nudez libertou. Desejo sem pudor. Eiko mora perto. Futuro aberto. Noites sáficas dela? Ok. Eu amo. Ela recusa godes: “Tenho o meu em casa.” Pele fresca agora. Cinzas quentes. Vida nova. Intensidade eterna.



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