Confissão Picante: Monique, a Deusa Selvagem de Douarnenez
Douarnenez. Baía selvagem. Centro de windsurf vazio no fim de semana. Eu, o único macho bronco e musculado. Ela, Monique. Nome ridículo para uma deusa. Alta. Cintura fina como navalha. Peitos que desafiam a gravidade. Pernas duras, rabo de campeã. Cabelo cascata. Olhos diabólicos. Abordo-a com gozo: ‘Teu nome é uma merda’. Ela ri. Intrigada. Não está habituada. Eu domino o windsurf. Ela aprende. Deixo-a para trás. Vexo-a vexada. Sportiva. Chego por trás. Mãos nas dela. Corpo colado. Equilíbrio precário nas ondas. Meu pau roça o rabo dela pela lycra fina. Ela resiste fraco. Depois empina. Coração explode. Suor mistura com sal. Pulsos aceleram. Jogo na água. Mãos baladeiras. Apalpo tudo. Firmes peitos. Rabo perfeito. Ela revida. Agarra meu pau. Bom começo. Praias desertas. Chuveiros abertos. Entro no dela. Ajudo a tirar a lycra. Zip desce. Pele macia. Desabotoo o sutiã. Ela faz o mesmo. Nuas. Seios globos perfeitos. Mamilos erguidos. Olha-me: ‘Não abuses’. Abuso. Olhos devoram. Pau endurece. Ela savona. Cabeça para trás. Água escorre por abdos. Xoxota frisada. Bullas prendem. Eu gelo meu fogo. Ela sai. Enrola toalha. Olha meu pau em guarda. Sorri safada. Bronze na praia. Confissões. Namorado gay. Seca há meses. Eu minto. Convido pro barco. Ancoramos longe. Nado. Ela brassa. Tenta subir. Rabo na minha cara. Lábios saltam do biquíni. Empurro. Mão invade. Dedos tocam buracos. Ela treme. ‘Não abuses’. Abuso mais. Ela empina. No barco. Caio em cima. Pau forçado no cu dela. Ela agarra. Puxa pelos. Dor aguda. Olhos sádicos. Eu nu. Ela me punheta. Se toca. Olhar hipnótico. Coração galopa. Pele ferve. Urgência de foder.
Ela goza primeiro. Gritos rasgam. Corpo arqueia. Convulsões. Eu seco. Furioso. Ela sorri. Tira tudo. Corpo nu dança na barca. Empala-se. Golpe seco. ‘Desculpa, queria tanto’. Agora mansa. Balança quadris. Clitó no meu osso. Língua na boca. Peitos esmagam. Mãos no meu rabo. Eu resisto. Medo de gozar cedo. Ela acelera. Contrai. Goza de novo. Egoísta. Eu rebento. Ruadas brutas. Sêmen jorra. Ela grita mais. Ondas balançam. Corpos colados. Suor. Fluidos mistos.
A Febre
Silêncio cai. Ela adormece em mim. Dedos traçam meu rosto. Líquidos escorrem. Sol seca suor. Rabo dela brilha dourado. Calmaria atlântica. Corações desaceleram. Pele ainda queima. Toque suave. Algo único. Inesquecível. Perdemos controlo. Voltamos inteiros. Mas mudados.



Post Comment