Confissão Picante: Minha Mulher Voltou Cheia do Seu Amante e Eu Devorei Tudo
O quarto escuro do nosso apartamento cheirava a tensão. Eu esperava no sofá, coração trovejando no peito. O jogo do PSG acabara cedo. Instinto gritava: ela fora ter com ele. A chave gira na fechadura. Passos apressados. Ela entra, nua já, correndo para o banho. Luz acesa. Ela para, olhos arregalados. Pele ainda quente, suor misturado ao dele. Cheiro forte de sexo. Meu pau endurece na hora. Raiva? Sim. Mas fogo maior. ‘Salope’, grito. Ela baixa a cabeça. ‘Foste ter com ele.’ Admite tudo. Palavras dele a derretendo ao telefone. Grosse queue impaciente. Eu tremo. Puxo-a para mim. Corpo dela arde contra o meu. Coração martela. Lábios dela sabem a chibre alheio. Ácido, salgado. Eu beijo mais fundo. Mãos apertam nádegas marcadas por unhas dele. Pele vermelha, fresca da foda. Respiração dela acelera. A minha também. Tudo vermelho agora. Desejo sobe como lava. Ela suja, traidora. Minha. Urgência de possuir o que ele usou. Pau lateja no calção. Ela sente. ‘Tu bates?’ Surpresa. Eu sorrio sombrio. ‘Vem.’ Ela hesita. ‘Estou suja.’ Perfeito. Levo-a à cama. Escuridão envolve. Corações em fúria. Pele em chamas.
Empurro-a na cama. Pernas abertas. Antro dela brilha. Mouille e porra dele escorrem. Cheiro animal. Forte. Eu mergulho. Língua faminta lambe tudo. Salgado, viscoso. Ela geme. ‘Para, estou cheia dele!’ Eu chupo mais. Dedos escorregam no mel deles. Ela arqueia. Coxas tremem. ‘Conta.’ ‘Ele fodeu-me duro. Queue enorme. Chupei até engasgar.’ Imagino. Pau dele esticando-a. Eu lambo voraz. Boca cheia de restos. Coração explode. Ela grita. ‘Come-me!’ Eu obedeço. Seios pulam. Mamilos duros. Mordo. Ela contorce. ‘Mais!’ Viro-a. Rabo ao alto. Lambe o cu também. Tudo sujo. Tudo meu agora. Pau rígido como ferro. Aponta. Enfio devagar. Ela urra. Quente. Escorregadio de porra alheia. Bombeio lento. Pele bate pele. Suor pinga. Ritmo acelera. Selvagem. Ela crava unhas nas costas. ‘Fode-me como ele!’ Acelero. Brutal. Camas range. Corações em descompasso. Orgasmo sobe. Ela explode primeiro. Contrações apertam-me. Eu jorro. Porra minha mistura à dele. Quente. Profundo. Não paro. Viro-a de novo. Nova ronda. Boca no pau dela agora. Ela mama. Selvagem. Garganta funda. Eu fodo a boca. Ela engole tudo. Corpo treme. Segunda foda. De lado. Pernas entrelaçadas. Lento agora. Profundo. Gemidos misturam. Pele gruda. Suor une. Pico de novo. Juntos. Fogo consome.
A Febre
Corpos colapsam. Pele ainda queima. Respiração ofegante acalma. Ela blusa contra mim. Coração dela bate devagar no meu. Cinzas quentes. ‘Amo-te’, sussurra. ‘Mas preciso dele.’ Eu sei. Excita-me. Acordo selado. Ela vai às noites de futebol. Volta cheia. Eu devoro. Beijo a testa suada. ‘Vai.’ Sorriso cúmplice. Noite única. Mudou-nos. Perigo doce. Prazer total. Pele arrefece. Mas brasa fica. Amanhã, mais.



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