Confissão Picante: A Partouze que Nos Devorou na Praia das Dunas
A piscina reflete luzes tremeluzentes. Célesse beija a mulher com fome. Línguas se entrelaçam. Corpos nus colidem. Clotilde aperta minha mão. Coração martela no peito. Ar quente gruda na pele. Olho para ela. Olhos dela queimam. ‘Ficamos’, sussurra. Dedos dela roçam minha coxa. Subindo. Devagar. Meu pau endurece. Pulsando. Urgência cresce. Célesse geme alto. O homem a penetra por trás. Ritmo feroz. Clotilde respira rápido. Peitos sobem e descem. ‘Quero-te agora’, diz. Mão dela envolve minha ereção. Aperta. Forte. Pele arde. Suor escorre. Viro-me para ela. Beijo voraz. Línguas devoram. Célesse grita orgasmo. Festa acorda. Corpos se movem. Mas nós isolamo-nos. No canto escuro. Ela empurra-me contra a parede. ‘Sente meu calor’. Dedos meus mergulham nela. Molhada. Escorrendo. Coração explode. Febre vermelha nos cega.
Corpos colidem na água. Célesse no centro. Duas bocas em seus seios. Ela ri gutural. Clotilde arranca minha roupa. Nua. Pele contra pele. Suor mistura-se. ‘Fode-me’. Deito-a na espreguiçadeira. Pernas abertas. Chatte exposta. Lambo. Voraz. Clitóris incha na língua. Ela arqueia. Unhas cravam minhas costas. Dor boa. Meu pau roça entrada. Entra. Devagar. Depois fundo. Ela urra. Ritmo acelera. Coração galopa. Pele queima. ‘Mais forte’. Puxo cabelos. Possuo. Ela crava saltos nas minhas nádegas. Empurra mais fundo. Célesse olha. Sorri. ‘Juntem-se’. Mas Clotilde nega. ‘Só teu’. Viro-a. De quatro. Dedo no cu. Lubrificado. Entra fácil. Ela implora. ‘Encula-me’. Posiciono. Empurro. Anel cede. Quente. Apertado. Ondas de prazer. Bombeio. Selvagem. Ela goza. Contrações apertam. Eu explodo. Por dentro. Jatos quentes. Corpo treme. Suor pinga. Pele colada. Mundo some.
A Febre do Desejo Irresistível
Respiração acalma. Cinzas quentes na pele. Célesse ainda no braseiro. Gemidos ecoam. Clotilde aninha em mim. ‘Inesquecível’. Beijo suave. Coração desacelera. Mas lateja fundo. Levanto. Ela sorri. ‘Vamos embora’. Vestimo-nos devagar. Olhares cúmplices. Célesse acena. ‘Obrigada’. Saímos. Noite morna abraça. Carro ronca. Mãos entrelaçadas. ‘Perdemos controlo’. Ela ri. ‘Foi total’. Chegamos hotel. Corpo ainda queima. Dormimos colados. Sonhos carnais. Amanhã, mais dela. Só dela. Único.



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