Confissão Picante: Orgia com Pizza, Suor e Quatro Machos Insaciáveis

Era sexta-feira, 19h45, no salão do meu apartamento. Daphné massageava as calças de Siriac e Timothée. Roméo na cozinha, pizzas no forno. Meu coração martelava. Brigáramos antes, ciúmes de Eloïse. Mas agora, o ar cheirava a sexo iminente. Pele formigava. Olhos de Daphné cravados em Roméo, provocante. Levantei-me. ‘Vas-y, isso parece urgente’, disse. Roméo veio atrás dela. Mãos dele na camisa dela, peito nu exposto. Beijos no pescoço. Meu pulso acelerava. Siriac ligava para Cassandra, mentira pronta. Daphné nua, ajoelhada, boca em Roméo. Gemidos ecoavam. Timothée e Siriac tocavam suas curvas, seios fartos, bunda empinada. Vagina latejava. Atirei lubrificante para Siriac. ‘Traízem não… pizzas em minutos.’ Mas desejo fervia. Daphné montava Timothée, pênis fundo. Boca em Roméo. Siriac unia-se, duas vergas na buceta dela. Ela gritava. Meu clitóris pulsava. Abri calça, dedos dentro. Calor subia, vermelho no peito. Roméo olhava, pau duro. Veio pra mim. Tirei calça. Ele me penetrou no fauteuil. Forte. Rápido. Dedos no clitóris. Corpo convulsionava. Orgasmo veio como tsunami. Gritei. Pele em chamas.

Braseiro aceso. Daphné agora anal com Siriac, Timothée na buceta. Dobrada, gritando. Eu ajoelhei, dedos no clitóris dela. Ela mordeu Roméo, ele urrou. Orgasmo dela explodiu, corpo tremendo. Eles gozaram dentro, jatos quentes. Daphné desabou. ‘Pizzas!’, gritei. Mas Roméo ainda duro. Eu tirei calcinha. ‘Vem, bais enquanto come.’ Sentei na mesa, pizza na mão. Ele me fodeu ali, mordendo fatia. Molho escorria no peito dele. Lambi. Siriac e Timothée se vestiam, pauzudos. Daphné lavava-se. Voltei à mesa, nua da cintura pra baixo. Mastiguei pizza, suco de porra no ar. Roméo me bombava. Coração galopava. Suor pingava. Bunda batia na madeira. ‘Mais forte!’, ordenei. Ele obedeceu. Dedos no cu meu. Explosão veio. Gozei gritando, pizza caindo. Ele saiu, esperma no ar. Caiu na minha coxa. Lamberam todos. Timothée me virou, pau na boca. Siriac na buceta. Daphné chupava Roméo. Ritmo insano. Pele colava, suor misturado. Corações sincronizados em fúria. Possessão total. Gemidos viravam uivos. Gozos múltiplos. Corpos colapsavam em pilha trêmula. Cheiro de sexo e queijo derretido.

A Febre

Cinzas quentes. Pele ainda ardia, marcada por unhas e dentes. Sentamos à mesa, nus, pizzas mornas. Rimos baixinho. Coração desacelerava, mas ecoava o êxtase. Olhos de Roméo nos meus, cúmplice. Daphné sorria, pernas bambas. Siriac limpava pau na minha coxa. Único. Devorador. Perigoso. Amanhã, ciúmes voltam. Mas esta noite, vivi o abismo. Controlo perdido. Prazer total. Suor secava devagar, pele sensível ao toque. Abracei Roméo. ‘Mais amanhã?’ Ele assentiu. Cinzas fumegam. Fogo pronto pra reacender.

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