Confissão Picante: A Noite Devoradora no Nosso Novo Lar
Entro no apartamento de Camille. O ar cheira a ele. Coração martela no peito. Olhos famintos devoram seu corpo. Puxo-o pela mão. Quero-o agora. Caímos na cama rindo, mas o riso vira fome. Mãos tremem no pull dele. Arranco a roupa. Pele nua contra pele. Calor sobe. Seios roçam seu peito. Mamilos endurecem como pedras. Ele geme baixo. Dedos traçam minha curva. Desço a boca no pescoço dele. Mordisco leve. Ele arqueia. Meu sexo pulsa. Úmido já. Urgência aperta o ventre. ‘Vem, ama-me como no refúgio’, transmito na mente. Pernas abrem. Ele entre. Devagar. Dolorosamente bom. Olhos nos olhos. Coração dele bate no meu. Acelera. Perco o fôlego.
Empurro os quadris. Ele mergulha fundo. Selvagem. Sem piedade. Unhas cravam suas costas. Grito rouco. Ele acelera. Batidas fortes. Suor escorre. Pele gruda. Meu clitóris infla com cada roçar. Explosão vem. Corpo treme. Ondas rasgam. Ele não para. Mais fundo. Mais rápido. Sinto-o inchar. Jorro quente dentro. Meu orgasmo multiplica. Braços e pernas o prendem. Cage de carne. Ele goza gritando meu nome. Corpo colapsa sobre mim. Respiração ofegante. Pele arde ainda. Mordemos ombros. Lambemos suor. Ele sai devagar. Líquido escorre entre coxas. Dedos dele limpam. Levam à boca. Provo junto. Salgado. Nosso.
A Febre do Reencontro
Ficamos ali. Pele fria agora. Mas brasa interna queima. Abraçados. Coração desacelera devagar. Olho dele brilha. ‘Te amo’, sussurro. Ele beija lento. Dedos traçam minha espinha. Frissons descem ao sexo. ‘Mais?’, pergunto na mente. Ele ri. Vira-me de bruços. Entra por trás. Devagar. Profundo. Mãos nos seios. Apertam. Ritmo cresce. Nádegas batem na virilha dele. Clapo molhado ecoa. Suor pinga. Gemo no travesseiro. Ele puxa cabelo. Posse total. Orgasmo novo explode. Ele segue. Goza forte. Cai ao lado. Braços envolvem. Silêncio quente. Pele ainda vibra. Único. Nosso. Perigoso. Viciante. Amanhã mais. Sempre.



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