Confissão Picante: A Noite Devoradora de Sonia no Vilarejo Francês
O bal do vilarejo fervia sob as luzes coloridas do 14 de julho. Sonia ria alto, corpo colado ao de Clovis na pista. Seios livres sob o vestido leve balançavam. Ele olhava faminto. Coração dela acelerava. Pele quente roçando. Mãos dele na cintura, descendo devagar. Sam via tudo de longe. Ciúme queimava, mas pau endurecia. Lembrava as confissões dela sobre Clovis. Detalhes crus. Excitação vencia raiva. Sonia sentia o volume dele contra o ventre. Duro. Grosso no bolso? Não. Ereção pura. Dançavam apertados. Suor escorria. Ela ofegava. ‘Vamos tomar ar’, ele sussurrou. Ar fresco da noite. Mãos dele nas nádegas. Fraco. Apertão forte no canto escuro. Boca devorando a dela. Língua invasora. Vestido erguido. Seios expostos. Mãos rugosas malaxando. Mamilos duros. Ela gemia baixo. Quase gozava ali. ‘Casa’, disse ela. Mentiu sobre Sam dormindo. Caminho rápido. Coração martelando. Sexo latejando. Fome.
Porta da casinha rangeu. Quarto de hóspedes. Clovis atacou. Corpo pesado esmagando. Beijos vorazes. Ela agarrou pau dele. Duro como soca. Veludo quente na palma. Ele rasgou vestido. Seios livres. Dedos na buceta. Molhada. Faminta. Gritos ecoavam. Virou-a de joelhos. Glande roçando lábios. Impaciência febril. Ela arqueou. Mas ele mirou ânus. Surpresa. Penetração lenta. Dor aguda. Depois prazer. Ele bombava. Clacas nas nádegas. Ela ahanava. Ritmo selvagem. Gozo dele dentro. Repentino. Râle gutural. Corpo mole. Dormiu.
A Febre
Sam espiara pelo buraco. Viu levrette brutal. Pau latejava. Voltou à cama. Esperou. Amanheceu. Ele invadiu. Acordou Sonia. Olhos baixos. Fingia culpa. Seguiu à cozinha. Sentou. Ela a cavalo. Seios lambidos. Dedo na buceta. Suspiro. ‘Quero pau agora’, implorou. Ele ergueu quadris dela. Desceu devagar. Enfundou. Lubrificada? ‘Clovis fodeu cu’, confessou. Sam sorriu. Bombava forte. Dedo no ânus. Gozos múltiplos. Mandou de volta. Promessa de mais.
Clovis acordava. Ela contou. Não importava. Cavalgou-o. Buceta escorrendo sêmen de Sam. Ele malaxou seios. Ela ditava ritmo. Amazona feroce. Ele gozou rápido. Cabrou. Ela saboreou. Levantou. ‘Sam espera’. Na cama dele. ‘Fez buceta agora?’. ‘Sim. Delícia’. Levrette. Ele entrou buceta. Lubrificada tripla. Saiu. Mirou ânus. Lento. Terno. Bombava suave. Ela gemia. Pele em brasa. Coração desacelerando. Cinzas quentes. Corpo exausto. Prazer único. Devorador.



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