Confissão Picante: A Noite em que Devorei Valentina
O quarto cheirava a vodka e desejo. Luz baixa do abajur lambia as paredes. Valentina tremia nos meus braços, ainda com o vestido rasgado dos collants. Coloquei a nuisette preta de renda nela. Transparente. Seus mamilos endureceram sob o tecido fino. Meu coração batia forte. Pele quente colada à dela. Desci a mão pelo seu rabo firme. Ela arfou. Olhos vidrados. ‘Chloé…’, sussurrou. Beijei sua boca. Lábios macios. Língua tímida. Mas faminta. Mordi de leve. Ela gemeu. Mãos nas minhas coxas. Urgência crescia. Tudo vermelho. Sangue fervendo. Tirei minha roupa devagar. Olhos dela devorando meu corpo. Seios livres. Cintura fina. Pubis depilado. Ela engoliu seco. Puxei-a para a cama king size. Lençóis de seda fria contra pele em brasa. Deitei-a de costas. Beijos no pescoço. Chupões. Marcas vermelhas. Mão entre suas pernas. Molhada. Escorrendo. Dedos deslizando. Ela arqueou. ‘Sim…’. Ritmo cardíaco dela ecoava no meu peito. Meu clitóris latejava. Queria possuí-la. Total. Agora.
Corpos nus entrelaçados. Suor pingando. Montei nela. Coxas abertas. Minha boceta roçando a dela. Úmido. Escorregadio. Gemidos altos. Mordi seu ombro. Ela cravou unhas nas minhas costas. Dor boa. Fodida. Enfiei dois dedos nela. Profundo. Ritmo brutal. Ela gritava. ‘Mais!’. Lambi seus seios. Mamilos duros como pedras. Chupei forte. Marcas roxas. Virei-a de quatro. Rabo empinado. Bati leve. Ela implorou. Língua na sua ranhura. Saboreando. Salgado. Doce. Dedos no cu. Apertado. Ela gozou. Jatos quentes na minha cara. Eu ri. Selvagem. Meu turno. Deitei de pernas abertas. ‘Me come’. Ela hesitante. Mas mergulhou. Língua desajeitada. Aprendendo. Dedos dentro. Eu gemi rouco. Cavalguiei sua cara. Nariz no meu clitóris. Gozei forte. Tremendo. Corpo convulsionando. Ela engasgou no meu squirt. Beijei-a. Sabor meu nela. Tribbing agora. Bocetas coladas. Fricção feroz. Clitóris em clitóris. Suor escorrendo. Corações martelando. Gozamos juntas. Gritos ecoando. Perdi o controlo. Mordidas. Arranhões. Sangue leve. Perigoso. Perfeito.
A Febre do Desejo Irresistível
Corpos exaustos. Entrelaçados. Pele ainda queimando. Suor secando frio. Respiração pesada acalmando. Beijei sua testa. Ela sorriu tímida. ‘Foi… incrível’. Abracei-a forte. Coração dela batendo devagar no meu. Falei baixo. ‘Dormir agora, ma puce. Amanhã mais’. Olhos fechando. Senti paz rara. Algo único vivido. Cinzas quentes. Prazer total. Devorado. Perigoso. Meu.



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