Confissão Picante: A Noite em que Devorei Mieke no Nosso Novo Quarto

No nosso novo quarto, o ar cheira a lençóis frescos e desejo acumulado. Dois meses de toques contidos, beijos roubados. Agora, ela me empurra na cama. Coração troveja no peito. Pele arde. Mieke cheira a perfume doce e excitação. Seus olhos verdes, velados de fome. Ela me cavalga. Pernas nuas apertam minhas coxas. Camisa minha, aberta, revela seios fartos. Respiração dela ofega no meu pescoço. Calor úmido do sexo dela pressiona meu pau duro através do tecido fino. Oscila. Frota. Meu sangue ferve. Mãos sobem pelas coxas dela, macias, quentes. Dedos cravam na carne. Ela geme baixo. Olhos nos meus, selvagens. Pele suada gruda. Ritmo cardíaco acelera, ecoa nos ouvidos. Urgência de possuir. Rasgo a camisa. Seios saltam livres. Mamilos duros roçam meu peito. Chupo um. Mordisco. Ela arqueia. “Schat…” sussurra. Piercing no clitóris brilha. Dedos tocam. Ela treme. Desejo explode. Vermelho total. Corpo dela é meu. Agora.

Ela me domina primeiro. Mas eu viro o jogo. Braços fortes a deitam. Pernas abertas. Slip voa. Sexo liso, touffe loira, anel dourado na carne rosada. Clitóris inchado, mini-pau ereto. Boca faminta devora. Língua lambe o anel. Puxo. Ela grita. Sucção forte. Clitóris desliza pelo ouro. Distende a pele. Gemidos enchem o quarto. Mãos dela nos meus cabelos, puxam. Seios tremem. Ventre ondula. Minha verga pulsa, pré-gozo escorre. Enfio língua na fenda molhada. Sabores salgados, doces. Ela goza rápido. Jatos quentes no meu rosto. Corpo convulso. Agora entro. Glande abre lábios. Mergulho fundo. Quente. Apertado. Pubis bate no clitóris preso. Ela urra. Pernas envolvem minha cintura. Unhas nas costas. Bombo. Furioso. Pele claqua. Suor pinga. Mordisco seio. Puxo mamilo. Ela crava saltos nas minhas nádegas. Mais fundo. Mais forte. Sinto paredes pulsar. Meu pau incha. Explodo. Jatos queimam dentro dela. Ela contrai. Goza comigo. Grito primal. Corpo colapsa sobre o dela. Ainda latejando dentro.

A Febre

Cinzas quentes. Pele fumega. Corações batem juntos. Ela deitada em mim. Sexo meu ainda nela, mole mas saciado. Beijos lentos. Línguas dançam preguiçosas. Dedos traçam curvas suadas. Fala de futuro. Casas, mares, filhos. Promessas sussurradas. Mas fome volta. Ela remexe. Pau endurece dentro. Olhos frios brilham. “Mais…” rosna. Levanto-a. Dedos na bunda. Um invade o cu apertado. Lubrificado por gozo nosso. Ela geme. Outro dedo junta. Estica. Ela empala no pau. Cavalgada lenta vira selvagem. Mão guia verga na vulva. Dedos fodem cu. Ela grita “Schoft!”. Gozo de novo. Duplo preenchimento. Corpo treme. Noite inteira assim. Amanhece. Risos. “Skuzmoa”, ela diz, corando. Eu rio. Puxo-a. Mais uma vez. Pele queima eterna. Vida nova. Plena. Devoradora.

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