Confissão Picante: Minha Primeira Felação na Bancada de um Carro dos Anos Hippies

O carro rasteja pela noite fria de outono. Dominique agarra o volante da velha 403, recém-licenciada, concentrada nas curvas da estrada de campo. Atrás, eu e Marc colados na banqueta. Christian ronca, exausto das danças loucas na boate. O motor ronrona baixo. Ar quente envolve-nos. Marc cheira a fumo grudado na camisa, mas é bom. Cabeça no seu ombro. Nariz no pescoço dele. Mão na minha cara. Beijo suave. Línguas enroscam. Coração acelera. Pum-pum. Pele arde. Mão dele sob o pulôver. Dedos frios no mamilo. Endurece. Gemo baixo. Outra mão na saia. Culote abaixo. Dedo abre minha boceta molhada. Úmida já. Álcool sobe à cabeça. Corpo ferve. Ele pressiona contra mim. Bossa dura no jeans roça meu ventre. Coração galopa. Quero mais. ‘Caresse-me’, sussurra no ouvido. Mão no pau dele por cima do tecido. Longo. Duro. Vibra. Respiração curta. Pele suada. ‘Tira-me’, pede. Botão abre. Mão no cueca. Pego quente. Veia pulsa. Descubro o prepúcio. Glande roxo. Dedo dele fundo na minha fenda. Línguas guerreiam. Seios apertados. Mamilos doem de tesão. Calor sobe. Vermelho nos olhos. Urgência aperta peito. Perco controlo.

Sento-me. Escuridão engole tudo. Roupa raspa. ‘Vem!’, voz rouca. Joelhos na banqueta. Cabeça zonza. Pele queima. Ventre pinica. Boceta pinga. Mão nos cabelos. Guia devagar. Confio. Rosto toca carne nua. Pau ereto. Bolas peludas. Exploro. Mão sob as bolas. Puxo pele. Olho no escuro. Grande. Quente. Instinto guia. Boca abre. Glande entra. Sabor salgado. Língua rodeia. Adoro. Desço pela haste. Saliva escorre. Mão branla. Boca suga. Fundo sem engasgar. Bolas na mão. Amasso. Ele geme baixo. Coração explode. 403 range. Dominique nem nota. Jupe erguida. Culote nos joelhos. Dedo dele me fode. Cyprine escorre. Olhos fecham. Imagino cama branca. Pernas abertas. Ele entra. Deflora-me. ‘Amo-te’. Corpo treme. Sucção acelera. Pau inchado. Veias saltam. Boca cheia. Língua lambe. Gemo vibrando nele. Tesão multiplica. Selvagem. Sem freio. Pele colada suor. Ritmo cardíaco surra. Posse total. Quero engolir tudo.

A Febre

Jorro quente. Esperma grosso na garganta. Salvas. Engasgo. Recuo pouco. Ele segura cabeça. Engulo o que dá. Resto no queixo. Liberta. Limpo boca. Cuspo na palma. Sabor fade. Olhos brilham. ‘Coquinha! Avisasses’, sussurro. ‘Avissei, estavas longe. Deliciosa!’, ri baixo. ‘Primeira vez, sabias?’, confesso. ‘Adorei. Mais safada que pensas’. Rio nervosa. Coração acalma. Pele ainda quente. Pernas moles. Boceta pulsa vazia. Abraço apertado. Cheiro sexo no ar. Christian dorme. Dominique guia mudo. Ronronar do motor acalma. Corpo relaxa. Mas fogo couve. Sonho vira real dias depois. Casa dele vazia. Cama grande. Nús. Ele penetra devagar. Dor doce. Sangue mancha lençóis. Limpamos às pressas. Noite inteira. Boca minha faz milagres. Pernas enroscadas. ‘Amo-te’ ecos. Incêndio apaga só com ele dentro. Mulher agora. Tua para sempre. Cinzas quentes. Memória eterna.

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