Confissão Picante: Nu no Moinho, Devorado pelo Desejo Selvagem
O moinho em ruínas cheirava a terra molhada e madeira podre. Nu, suor escorrendo pela pele pálida, coração martelando. Maryline me arrastara até ali, rindo da minha bite exposta. Cécile chegara, olhos famintos devorando meu corpo. O trovão ribombava. Elas riam. Eu, ridículo, mãos na virilha. Calor úmido grudava tudo. Pele em brasa.
Elas se colaram. Maryline apertou as nádegas de Cécile. Mãos subindo, descendo. Boca contra boca. Línguas se chocando. Eu tossi. Ignoradas. Meu pau endurecia. Incontrolável. Sentei no banquinho. Olhos vidrados. Cécile nua em cima. Seios fartos balançando. Maryline lambia, mordia. Chuva martelava o telhado furado. Ar elétrico. Coração disparado. Mão no pau. Punheta lenta. Urgência crescendo. Vermelho no peito. Desejo fervendo.
A Febre
Cécile gemia baixo. Pernas abertas. Dedos de Maryline mergulhando fundo. Mouille escorrendo. Cheiro de sexo e ozônio. Meu pau latejava. Visceral. Elas se esfregavam. Pele contra pele. Suor misturado. Eu ofegava. Punheta acelerada. Elas gozavam. Cécile tremia. Grito rouco. Corpo mole. Olhos em mim. Pau mole agora. Vergonha queimando. Mas o fogo não apagava.
Cerveja gelada na mão. Fome voraz. Spaghettis quentes. Vinho barato descendo rasgando. Risos soltos. Nudez total. Cécile na mesa. Pernas escancaradas. Vulva exposta. Clitó inchado. Toison preta. Olhar desafiador. Maryline sussurra: ‘Lambe ela. Faz gozar.’ Boca na carne quente. Sabor de porra, suor, mijo. Língua fundo. Coração explodindo. Coxas apertam minha cara. Maryline atrás. Peso todo. Mão nas bolas. Aperta forte. Dor prazer. Pau roçando madeira.
O Braseiro
Dedos no cu dela. Espasmo quente. Ela rebola. ‘Mais fundo!’ Gemo na boceta. Maryline cutuca meu cu. Pau pula. Loucura. Cécile goza. Jatos na boca. Engulo tudo. Selvagem. Elas me viram. ‘Agora você.’ Deito na mesa. Quente do corpo dela. Maryline mama bolas. Cécile suga o grelho. Dedo no meu cu. Chupa forte. Língua rodando. Maryline beija peitos. Morde mamilos. Eletricidade pura. Punheta bruta. Bolas esmagadas. ‘Goza!’ Jatos violentos. Porra voando. Ventre, coxas, mãos delas. Vazio total.
Acordo no escuro. Dor de cabeça. Sozinho. Sacola ali. Tudo intacto. Carta: pegadinha delas. Riso amargo. Mas sorriso nos lábios. Pele ainda arde. Coração lento agora. Cinzas quentes. Memória gravada. Saio na noite. Sorrindo. Elas me devoraram. Eu renasci.



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