Confissão Picante: Nua Diante dos Amigos e da Loja Toda – Meu Desejo Sem Limites
Tudo começou no restaurante, há mais de vinte anos. Eu usava saia lápis discreta e blusa com dois botões abertos. Rimos, bebemos. Uma mulher sem sutiã passou. Os olhos dos quatro – meu amante e seus amigos – brilharam. O mais ousado me desafiou: ‘Tira o teu também’. Ri. ‘Posso até tirar a calcinha’. Palavras escaparam. Pressionada, fui ao banheiro. Tirei sutiã e calcinha de renda. Voltei com eles na mão. Suor na palma. Coração disparado. Ele pegou, ergueu como troféu. Não devolvia. Meu homem riu: ‘Põe na mesa’. Olhares alheios roçaram. Garçom fixou em mim. Minhas coxas queimavam. Lábios inchavam, úmidos. Fui ficando vermelha por dentro. Partimos para a casa de um deles. Pais ausentes. ‘Teus peitos balançam livres’, zombavam. ‘Saia gruda nas nádegas’. Queria minhas roupas. ‘Strip-tease e devolvemos’, disse ele. Recusei. Mas o olhar dele… Cedí. Música alta. Uísque desceu queimando. Botões da blusa. Um. Dois. Peitos à mostra. Silêncio. Olhos famintos. Ondulei. Tecido roçando mamilos duros. Deixei cair. Mãos nos seios. Dedos afastando. Ofereci tudo. Saia desatada. Deslizei devagar. Buço à vista. Nádegas nuas. Girei. Minho exposto. Pantalonas tensas neles. Meu fogo ardia.
Nua total. Hora inteira assim. Sentada no braço da poltrona. Pernas escarranchadas. Ele me abriu mais. Sexo béu à mostra. Vermelha de vergonha. Mas excitada. Pele em brasa. Depois, vesti sem cueca. Carro. Parou na rua escura. Bancada trás. ‘Safada’, grunhiu. Me possuiu bruto. Gozei tremendo. Dali, mudou. Sem sutiã sempre. Depois, sem calcinha. Obedeci. Prazer em servi-lo. Casamos. Nuas em casa. Roupas curtas, decotadas. Meses após, loja de lingerie. Primavera. Vestido abotoado só. Dona idosa. ‘Porta-jaretéis e meias’. Provei na cabine. ‘Tira o vestido’. Recuei. Mão dele no cortina. Nua só embaixo. ‘Guêpière’. Agrafes no dorso. Chamei-a. Mãos dela nas minhas nádegas. Longas. ‘Seios livres’. Corset novo. Laces apertando. Saí da cabine. ‘Mãos atrás’. Clientes viam. Rosto quente. Girei. Mão dela no peito. ‘Olha como empina’. Andei pela loja. Seios duros. Minho molhado. Cliente tocou. Masturbou-me. Gozei rápido. Rindo saiu.
A Febre
Saímos calados. Pele ainda fervendo. Ele pagara. Corset meu. Em casa, usei pra ele. Orgulhoso. Cinzas quentes no peito. Aquela noite no restaurante acendeu tudo. Strip-tease selou. Loja confirmou: sou dele. Perigo excita. Suor seco, mas marca. Coração acalma devagar. Único. Devorador.



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