Confissão Picante: Nua e Devorada no Jogo Proibido da Faculdade
Entro no apartamento de Aurore, coração martelando. Ar condicionado gelado contra minha pele quente. Olhares devoram minhas curvas. Jean apertado gruda nas coxas. Seios pesados sob o top branco. Sento no sofá, pernas tremem. Jantamos. Risos. Cerveja desce gelada. 21h. Mesa some. Oreillers na mesa de cozinha. Godels saem da bolsa. Cartas. Meu nome na carta virgem. Puxo Nadine primeiro. Depois Aurore. Minha vez. Coração explode. Levanto devagar. Olhos todos em mim. Desabotoo o jeans. Ele cai. Culotte úmida. Baixo devagar. Fogo na vulva. Toison exposta. Poça de desejo. Mickaël primeiro. Língua na fenda. Lambe devagar. Entra no vestíbulo. Chupa o clitóris. Gemo rouco. Corpo arqueia. Quase gozo. Para. Samuel avança. Pau negro, longo, fino. Vertical. Capota no. Entra fundo. Toca o colo. Ritmo varia. Lento. Rápido. Fica todo dentro. Eu grito. Orgasmo rasga. Ele goza nas nádegas. Quente. Boris pega o godel enorme. Entra fácil. Bombeia forte. Segundo gozo. Ondas. Pernas fraquejam. Stéphane oferece dedos. Recuso. Corpo exausto. Pele arde.
Mesa ainda quente do meu suor. Sophie agora. Mas eu queimo por dentro. Vulva lateja. Cyprine escorre coxas. Olhos dos rapazes famintos. Meninas sorriem cúmplices. Nadine voltou, pernas bambas. Aurore brilha pós-orgasmo. Eu, nova, marcada. Desejo não apaga. Quero mais. Boris e seu monstro de 23cm. Samuel refinado. Mickaël vingativo na língua. Cada toque acelera o pulso. Respiração ofegante. Peitos arfando. Mamilos duros. Foco no calor. Pele colada. Urgência de posse. Sou objeto. Carne viva. Eles me abrem. Comentam. ‘Toison macia. Fenda violácea. Clitóris duro.’ Dedos invadem. Quatro. Dilato. Pronta pra fisting. Mas param. Tease cruel. Gozo sozinha não basta. Preciso de queues. Preservativos estalam. Penetrações brutas. Godels vibram. Línguas devoram. Ritmo acelera. Corações batem sincronizados. Suor pinga. Gemidos ecoam. Quarto vira braseiro. Fogo consome razão. Só instinto. Possessão total. Perco controle. Devorada viva.
A Febre
Corpo cai no sofá. Pernas tremem. Vulva pulsa vazia. Pele ainda queima. Suor seca frio. Olhos vidrados. Sophie goza gritando. Noite acaba. Vestimo-nos em silêncio. Cumprimentos casuais. Saio pro ar noturno. Pernas moles. Chatte inchada. Orgasmas ecoam na memória. Dois em minutos. Primeira vez com grupo. Isolada na uni, agora parte de segredo. Regras rígidas: sigilo total. Não falo. Não transo fora. Volto pra cama solitária. Masturbo pensando neles. Marcada pra sempre. Cinzas quentes. Promessa de mais febres. prazer devorador. Perigoso. Meu.



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