Confissão Picante: Da Solidão Gelada ao Fogo Devorador no Quarto de Hotel
O quarto de hotel escuro engole tudo. Cidade lá fora, chuva martela a janela como lágrimas frias. Ela partiu. Deixou-me sozinho no lençol amarrotado. Coração vazio. Corpo pesado. Noite infinita. Tento dormir. Mas o desejo rasteja. Pele formiga. Calor sobe devagar. Mãos tremem no peito. Lembro o seu cheiro. Seios macios. Coxas quentes. Respiração acelera. Coração galopa. Tudo vermelho. Febre toma conta. Toque-me. Dedos descem. Úmido. Pulsante. Imagino-a aqui. Boca faminta. Olhos selvagens. Urgência aperta. Preciso dela. Agora. Porta range. Ela entra. Chave extra. Cabelo molhado. Vestido colado. Olha-me. Fogo nos olhos. Puxo-a. Boca devora boca. Línguas guerreiam. Saliva quente. Mãos rasgam tecido. Pele nua. Seios livres. Mamilos duros. Meu pau endurece. Lateja. Ela geme baixo. Unhas cravam meu braço. Caímos no tapete. Pernas abrem. Lingua mergulha. Sabor salgado. Ela arqueia. Grita. Dedos dentro. Molhada. Escorrendo. Coração explode. Ritmo acelera. Ela vira. Bunda alta. Entro fundo. Cru. Sem piedade. Pancadas fortes. Pele bate pele. Suor voa. Gemidos ecoam. Quarto treme. Ela goza. Aperta. Eu continuo. Selvagem. Perco controlo. Viramos. Ela em cima. Balança. Seios saltam. Mordo. Chupo. Unhas nas costas. Sangue quente. Mais fundo. Ritmo furioso. Corpo queima. Tudo devora. Gozo explode. Dentro. Quente. Eterno. Corpos colapsam. Pele ainda arde. Respiração ofegante. Coração desacelera devagar. Ela sorri. Olhos brilhantes. Mão no meu peito. Calor resta. Cinzas quentes. Felicidade no corpo. No coração. Sol nasce lá fora. Esperança. Paixão renasce. Dormimos entrelaçados. Bem. Total.



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