Confissão: O Vídeo que Acendeu Meu Fogo Proibido
No quarto escuro da nossa casa, o laptop ilumina meu rosto suado. Myriam no aquabike. Três dias fora. Transfiro o vídeo pro celular. Coração martela no peito. Mãos tremem no mouse. Aperto play. 21h13, quinta-feira. O dia seguinte ao meu partida. Ela não perdeu tempo. Cama king size. Lâmpada fraca. Myriam deitada de costas. Pernas escarranchadas. Franck, o colega filho da puta, entre elas. Pica dura como ferro. Ele a come seco. Sem preliminares. Bestial. Foco no calor da pele dela. Brilho de suor nos seios pequenos. Mamilos eretos, rosados. Ele morde um. Ela arqueia as costas. Gemido rouco ecoa no áudio. Meu pulso dispara. 140 batidas. Pele formiga. Raiva ferve. Mas o ventre aperta. Úmido. Traição queima. Desejo sobe. Irresistível. Vermelho toma tudo. Olhos grudados na tela. Franck vira de lado. Reconheço o cu peludo dele. As nádegas contraindo a cada estocada. Ela agarra aquelas carnes. Unhas cravadas. Puxa pra dentro. Mais fundo. Sexo dela engole ele todo. Lábios inchados. Clitóris latejante. Dedos dela roçam ali. Frenéticos. Meu peito ofega. Ar quente. Boca seca. Calor irradia das coxas. Mão desce instintiva. Aperto a buceta por cima da calça. Dura. Inchada. Quero odiar. Mas o corpo trai. Febre consome. Tudo vermelho. Urgência de possuir. Deles. Dela. Meu.
Não resisto. Calço tiro. Pernas abertas na cadeira. Dedos mergulham. Molhada pra caralho. Vídeo rola. Franck para. Pica babada sai dela. Grossa. Veias pulsantes. Ele a empurra na boca. Myriam mama gulosa. Garganta profunda. Baba escorre no queixo. Olhos dela vidrados de tesão. Ele fode a boca. Quadris batendo. Ela engasga. Ama. Meu clitóris incha. Dois dedos dentro. Bomba forte. Ritmo igual ao dele. Suor pinga na barriga. Coração explode. Pele em brasa. Selva. Selvagem. Sem filtro. Cada estocada no vídeo ecoa em mim. Ela goza primeiro. Corpo treme. Pernas tremelicam. Grita abafado na pica. Ele puxa. Goza no rosto. Jatos quentes. Ela lambe. Sorri saciada. Meu orgasmo detona. Ondas rasgam. Dedos encharcados. Grito preso na garganta. Corpo convulsa. Possuo o momento. Devoro a traição. Perigoso. Total. Suor frio agora. Mas fogo ainda crepita.
A Febre
As cinzas caem lentas. Tela preta. Respiração acalma. Pele ainda queima. Marcas vermelhas nos dedos. Buceta lateja. Única. Viveu algo irrepetível. Traição virou meu prazer. Myriam entra. Silêncio. Olha o laptop. ‘OK, vejo que me espionas.’ Voz fria. Lágrimas nos meus olhos. Mas o corpo saciado. Ela diz: ‘É o fim. Prefiro homens, Anna.’ Choque. Mas dentro, cinzas quentes. Sorriso interno. Perdi ela. Ganhei a intensidade. No escuro, toco o lençol ainda quente deles. Memória carnal. Impulso ardente guiou. Perigoso. Devorador. Valeu cada batida.



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