Confissão Picante: Tyna, a Fada do Prazer Devorador com o Búcheron Selvagem

A clareira pulsa com o canto dos pássaros. Eu, Tyna, fada nua, alas de libélula tremendo. Adam surge da cabana, gigante de dois metros, músculos como troncos. Olhos dele devoram minhas coxas finas, quadris estreitos, seios de pera. Coração meu acelera, batendo no peito como tambor de guerra. Ele avança. Braços como carvalhos me envolvem. Pele dele queima contra a minha, suor já brota. Boca dele na minha, línguas selvagens se chocam. Mãos dele apertam minhas asas, agora de plumas brancas. Desejo sobe, vermelho, urgente. Eu caio de joelhos. Cinto dele solto. Membro dele salta, veias grossas, glande inchado. Boca minha o engole inteiro. Garganta estica, sem dentes, sem ar. Ele geme, empurra. Pulsos aceleram juntos. Calor sobe pelas minhas veias, úmido entre pernas. Ele explode na minha boca, jatos quentes, eu engulo, lambo. Peito meu coberto de leite grosso. Olhos dele culpados. Eu sorrio, limpo com dedos. Desejo não para. Ele endurece de novo, magia minha acelera. Ofereço a cernelha no rochedo. Ele me penetra, fundo, rasgando. Grito ecoa na floresta.

Corpos colidem como feras. Ele me martela, mãos nas minhas asas, puxando. Fúria dele me parte ao meio. Coxas minhas tremem, unhas cravam na pedra. Ritmo cardíaco explode, suor escorre em rios. Viro de costas, pernas nos ombros dele. Membro dele me clava na terra, profundo, selvagem. Grito sem fim, aura brilha, iluminando tudo. Asas minhas roçam costas dele, plumas quentes. Ele ruge, enduranto pelo feitiço meu. Horas de fúria, sem gozo, só prazer multiplicado. Pele arde, intimidade inchada, latejando. Finalmente, libero o encanto. Ele inunda, ondas quentes me afogam. Corpo meu arqueia, orgasmo devora alma. Floresta enlouquece, flores abrem, animais copulam. Ele cai sobre mim, exausto, coração batendo no meu.

A Febre

Calor persiste na pele, como brasas. Adam dorme ao lado, peito subindo devagar. Eu me levanto, pernas fracas, sêmen escorrendo coxas. Ar fresco da clareira acalma o fogo. Olho o caos: flores exalam perfume, bichos ainda unidos. Sorriso meu, saciado. Toquei o abismo, perdi controlo total. Alma plena, corpo marcado por ele. Dever chama, mas prazer ecoa. Voamos de volta ao santuário, eu revigorada por seu êxtase. Você, viajante, sentiu? Esse é meu mundo: amor devorador, sem razão. Volte quando quiser queimar de novo.

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