Confissões Picantes: Jogos Proibidos e Fogo de Artifício com Morgane
Sexta-feira de maio. Clube de jogos no prédio municipal. Jogo Kingdomino com Morgane. Olhos negros, chignon preto, pull justo nos seios delicados. Saia xadrez, meias pretas. Coração já bate forte. Boom. Fogos de artifício. Subimos. Escada escura. Ela na frente. Contra-plongée perfeita. Vejo as meias autofixantes. Carne branca das coxas. Sem calcinha. Ou ilusão? Pau endurece. Fico na primeira degrau. Agacho. Confirmo. Nada por baixo. Fúria sobe. Vermelho no peito. Respiração curta.
Ateliê de pintura. Cheiro de terebintina. Janela aberta. Fogos explodem. Corpos colados. Mão no ombro dela. Depois na cintura. Ela treme. Encosta em mim. Eu atrás. Braços ao redor. Mãos no ventre. Cheiro dela. Cabelos sedosos na bochecha. Silêncio. Fogos acabam. Céu vazio. Mas não nos mexemos. Coração galopa. Pele arde. Ela quebra: “Não terminamos o jogo?” Eu: “Aqui estou bem… em todo bem, todo honra.” Ela ri. Sabe do escada. “Vi teu truque.” Aperto mais. Mãos nos seios. Macios. Perfeitos. Ela não recua. Beijo no pescoço. Gemido. Fricção das nádegas no meu pau duro. Urgência. Puxo o pull. Soutien de renda. Seios livres. Mão direta na pele quente. Beijo voraz. Línguas dançam. Desejo explode. Tudo vermelho. Impossível parar.
A Febre
Casa. Noites de jogos. Ela de camisola transparente. Seios à mostra. Jogo Dragon Master. Ela ganha. Senta no meu colo. Braços no pescoço. Levanto-a. Sofá. Cabeça entre coxas. Buceta molhada. Língua mergulha. Sabor adocicado. Cyprine escorre. Ela geme. Frêmitos. Dedos nos meus cabelos. Chupa com força. Buceta pulsa. Grita. Goza. Empurro pra dentro. Fácil. Quente. Apertada. Pistoneio selvagem. Pernas nos meus quadris. “Seu safado!” Mais forte. Ela goza de novo. Eu explodo. Porra jorra. Fundo dela. Calor mistura. Corpo colapsa.
Cinzas quentes. Sofá desconfortável. Mas transgressor. Ela ri. NÃO limpa. “Quero ver tua porra escorrer.” Olho. Branco na fenda. Desce pelas coxas. Mare. Mãos nos cabelos dela. Beijo no pubis. Conversa. Casamento? Espera. “É fogo de artifício, não paille.” Ela provoca. “Ejetar nos meus peitos?” Desafio. Pau endurece de novo. Ela tira camisola. Aperta seios. Miro. Astico. Jatos. No mamilo. No pescoço. Nos montes brancos. Ela massageia. Liso. Vicioso. Olhar dela. Fogo eterno. Coração desacelera. Pele ainda queima. Único. Nosso.



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