A Fuga Devoradora: Confissão Picante do Tenente de Pont-Valin
A caleche sacode na estrada escura. Noite engole o castelo de Valangiès. Coração de Pont-Valin troveja. Sacola de 50 mil libras colada ao peito. Constance ao lado, olhos em brasa. Julien chicoteia os cavalos. Marion, serva trémula, aperta as coxas. Ar cheira a suor e vinho. ‘Estamos livres’, sussurra ela. Mão dela no joelho dele. Calor sobe. Pele queima como ferro em forja. Ele sente o pau endurecer. Promessa paira. Anal. Duplo. Selvagem. Julien vira, sorriso grego. Marion cora, mas olhos famintos fixam o tenente. Estrada fere. Caleche balança. Mãos voam. Constance desabotoa o colete dele. Unhas cravam. ‘Agora, Pont-Valin. Devore-me.’ Ritmo cardíaco acelera. Respiração ofega. Urgência de posse. Ele agarra os seios dela por baixo do négligé. Duros. Quentes. Boca no pescoço. Mordida. Ela geme. Julien freia um pouco. Olha para trás. ‘Madame?’ ‘Junte-se, rapaz.’ Marion engole seco. Mão dela roça a virilha do tenente. Febre consome. Tudo vermelho. Sangue ferve. Ninguém para.
Corpos colidem. Caleche vira berço de luxúria. Pont-Valin arranca o pagne de Julien. Pau ereto salta. Grosso. Venoso. Ele mama voraz. Língua lambe glande. Salgado. Constance ri gutural. Desliza o négligé. Cu exposto. Unguento pronto. ‘Me foda aí, tenente.’ Ele obedece. Dedos untam. Entra devagar. Ela urra. Quente. Apertado. Julien posiciona. Enfia no cu dela também. Duplo. Ela explode. ‘Sim! Rasguem-me!’ Marion assiste, molhada. Pont-Valin puxa-a. Boca na boceta dela. Língua fode. Ela treme. Grita. Cavalo relincha. Estrada some. Suor pinga. Pele escorrega. Ritmo brutal. Entrada e saída. Pau de Julien bate no dele através da carne. Constance goza. Jorra. Molha tudo. Troca. Agora Julien no tenente. Cu dele arde. Pleno. Ele ruge. Fode Marion pela frente. Virgem? Não importa. Rasga. Sangue e prazer. Ela morde ombro. Unhas rasgam costas. Constance mama os dois paus. Boca cheia. Engasga. Saliva escorre. Orgia sem fim. Caleche sacode violento. Gozo vem. Pont-Valin enche Marion. Julien fode o tenente. Sementes jorram. Constance lambe tudo. Selvagem. Cru. Sem filtros. Corações batem um só. Pele em chamas multiplicadas.
A Febre
Caleche desacelera. Noite fria invade. Corpos exaustos colapsam. Suor seca lento. Pele ainda queima. Toques suaves agora. Constance aninha no peito dele. ‘Viemos para o inferno dos prazeres.’ Julien sorri, pau mole. Marion suspira, marcada. Sacola intacta. Futuro de folias. Coração acalma. Ritmo lento. Único. Vivemos o devorar. Cinzas quentes sobem fumaça. Estrada infinita. Nós quatro. Libertinos eternos.



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