Confissão Picante: O Fogo Devorador no Nosso Novo Lar

O sol invade a sala vazia. Baía vitrée aberta. Parquet quente reflete laranjas nos muros. Ingrid parada no centro, luz a envolve. Eu tremo. Coração martela no peito. Proponho: mora comigo aqui. Silêncio. Olhos azuis me perfuram. Ela se vira devagar. Mãos apertam as minhas. Sim. O ar crepita. Puxo-a contra mim. Seios colam. Coração dela pulsa no meu. Lábios se encontram. Línguas famintas dançam. Fogo sobe. Baixo-ventre queima. Mãos descem às nádegas dela. Aperto firme. Ela geme no meu pescoço. Respiração quente umedece minha pele. Levanto a saia azul. Culote branco molhado. Dedo traça o centro. Círculos lentos. Ingrid treme. Corpo arqueia. Pressiono mais. Ela solta a cabeça no meu ombro. Suspiros rasgam o ar. Para. Vira-se. Encaro a silhueta contra o sol. Braços sobem. Saia voa. Corpo nu. Costas marcadas, mas perfeitas. Avanço. Mãos nas ancas. Beijo o pescoço. Lingua desce a espinha. Cheiro de baunilha. Ela vira. Cabelos soltos caem. Eu tiro minha robe branca. String fino. Corpos se roçam. Seios endurecem. Fricciono mamilos nos dela. Duros. Quentes. Pernas dela se abrem. Minha coxa invade. Esfrega o sexo úmido.

Corpos caem no chão. Sol queima a pele. Ela de costas. Mão entre os seios. Desce ao ventre. Entra na calcinha. Dedos abrem lábios encharcados. Chupo o mamilo direito. Língua gira. Ela arqueia. Braços cobrem o rosto. Gemidos mudos vibram. Acelero dedos. Ela explode em ondas. Agora tribo. Vulvas colam. Movimentos selvagens. Suculento atrito. Línguas se devoram. Ela me vira. Boca desce. Beija minha entrada. Língua penetra. Lento. Profundo. Acelera. Eu tremo. Puxo-a para cima. Dedo entra nela. Ela no meu. Ritmo frenético. Sexos jorram. Orgasmo rasga. Grito mudo. Líquido escorre. Parquet brilha molhado. Corpo dela convulsiona no meu. Explosão mútua. Calor inunda.

A Febre

Corpos colapsam. Sol acaricia suor. Pele ainda pulsa. Coração desacelera devagar. Olhos nos olhos. Sorriso exausto. Beijo leve. Cabelos dela emolduram nosso rosto. Silêncio. Só respirações ofegantes. Entre pernas, poça reluzente. Mão traça sua curva. Ela suspira. Paz devora o fogo. Sinto-a minha. Total. Perigosa. Única. Campo de flores invade a mente. Não estou só. Ela está aqui. Para sempre.

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