Confissão Picante: Minha Primeira Vez Devorada por Alice

Sábado. Oito e meia. Casa vazia. Trolls dormem, histórias de Alice os apagaram. Entro devagar. Coração martela no peito. Peito suado sob a camisa. Ela na cozinha. Luz fraca. Brunch pronto: pães, frutas, vinho. Olhos dela, cinza-rosado, me devoram. ‘Vem.’ Voz rouca. Puxa-me pela mão. Corpo dela roça o meu. Calor sobe. Mãos tremem. Beijo primeiro. Lábios macios, quentes. Língua invade. Coração explode. Acelera. Pele arde. Ela ri baixo. ‘Tira isso.’ Roupa voa. Peito nu. Seios firmes. Mãos minhas apertam. Carne elástica. Mamilos duros. Chupo. Ela geme. Coxas se abrem. Dedos descem. Calcinha úmida. Cheiro de desejo. Dedo entra. Quente, apertado. Ela treme. ‘Mais.’ Urgência. Bancada fria nas costas. Pernas dela em mim. Coração galopa. Suor escorre. Olhos nos olhos. Vermelho total. Desejo engole tudo.

Quarto escuro. Cama dos pais ausentes. Porta trancada. Ela nua. Corpo perfeito. Curvas suadas. Eu de pé. Piroca dura, latejante. Ela ajoelha. Boca quente. Engole devagar. Língua gira. Sucção forte. Bolas apertadas. Gemidos escapam. ‘Devagar.’ Mas ela acelera. Olha pra cima. Olhos famintos. Levanto-a. Jogo na cama. Pernas abertas. Buceta rosada, molhada. Lamba. Sabor salgado. Ela arqueia. Unhas nas costas. Rasgam. Dor boa. Coração surda. ‘Agora.’ Entra. Devagar. Apertada. Quente como fogo. Empurro. Fundo. Ela grita. Coxas travam. Ritmo selvagem. Suor pinga. Pele bate pele. Molhado escorre. Mãos nos seios. Apertam. Mordidas no pescoço. Ela goza primeiro. Corpo convulsa. Aperta forte. Eu sigo. Bombeio. Mais fundo. Selvagem. Sem freio. Unhas cravam. Gritos abafados. Gozo explode. Enche. Corpo colapsa. Respiração ofegante. Coração ainda louco.

A Febre

Cinzas quentes. Deitados. Pele grudada de suor. Coração desacelera. Lento. Ela acaricia peito. Dedos traçam linhas. ‘Bom aluno.’ Sorriso safado. Eu toco rosto. Olhos ainda brilham. Beijo suave. Sem urgência. Corpo mole. Satisfeito. Pernas entrelaçadas. Silêncio bom. Cheiro de sexo no ar. Ela conta segredos baixinho. Buraco negro dela. Passado sombrio. Aceito. Afago cabelo. Noite avança. Brunch frio esquecido. Até quatro. Mais rodadas. Lentas agora. Exploramos. Dedos, línguas. Gozos múltiplos. Corpo exausto. Amanhece. Ela veste. ‘Discrição.’ Beijo final. Porta fecha. Fico na cama. Pele queima ainda. Coração cheio. Mudei. Voando solo agora. Mas marca dela eterna. Jardim secreto floresce.

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