Confissão Picante: O Desejo Devorador no Hôtel de Villerutay
O hôtel de Villerutay ecoa silêncio. Quarto escuro, velas tremulam. Claire me encara, rosto severo. ‘Você fode a marquesa e me deixa virgem.’ Roupa desliza. Corpo nu. Pele pálida brilha. Coração martela. Peitos firmes roçam meu peito. Beijo explode. Língua faminta. Mãos tremem no vestido. Culotte cai. Seu rosto perto do meu pau semi-ereto. Beijos leves. Levanta. Chupa o topo. Lábios quentes. Sucção profunda. Hampe engole. Olhos dela famintos. Eu a ergo. Caímos na cama. Pernas abertas. Vulva exposta. Língua no clitóris. Ela geme. Corpo arqueia. Virgem, mas molhada. Coração acelera. Pele queima. Urgência cresce. Pau na entrada. Empurro. Resistência mínima. Rompo. Ela grita prazer. Ondula. Goza rápido. Saio. Gozo no ventre.
Pele suada colada. Respiração ofegante. Perrine entra. Vê tudo. Olhos brilhantes. Água quente. Lingos. Limpamos. Pau endurece de novo. Ela para. ‘No cu.’ Voz baixa. Choque. ‘Como sabe?’ Palefreniers fofocaram. Creme na coiffeuse. Quatro patas. Cambrada. Dedos untuosos no ânus. Massageio. Ela se toca. Dedos na buceta. Dois dedos no cu dela. Vira. Relaxa. Pau untado. Aponta. Empurra. Desliza fácil. Todo dentro. Ela empina. ‘Mais forte.’ Acelero. Bata. Bata. Carne contra carne. Ela ruge. Dedos voam. Goza tremendo. Eu paro. Ela manda: ‘Continua.’ Labuto o cu. Selvagem. Sem piedade. Corpo vibra. Goza só no cu. Eu explodo dentro.
A Febre
Corpos exaustos. Pele ainda quente. Suor seca lento. Ela ri. ‘Merveilleux.’ Nenhum dor. Só prazer. Coração desacelera. Olhos nos meus. ‘Mais?’ Amanhã, quem sabe. Libido dela assusta e excita. Cu lateja. Buceta marcada. Único. Devorador. Perigoso. Noite que queima memória. Cinzas quentes. Promessa de mais fogo.



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