Confissão Picante: A Fome Insaciável de Helen no Hotel Alemão

A suíte do hotel em Munique cheirava a desejo acumulado. Três semanas de viagens globais. Helen, a chef de marketing americana, voz rouca, peito opulento mal contido no robe. Eu bati à porta dez minutos após o chuveiro dela. Ela abriu, olhos famintos. Trancou a porta. Enlaçou-me por trás. Beijo no pescoço. Mão direita no meu pau. Já endurecendo. Ela em falta total. Soltou-me para eu virar. Robe solto, nua por baixo. Desabotoou minha camisa. Cinto. Calça. Tudo ao chão em segundos. Empurrou-me na cama. Robe voou. Jogou-se em cima. Boca na minha, línguas selvagens. Corpo roçando o meu. Seios firmes contra peito. Pau duro preso entre coxas dela. Ela notou. Ajoelhou. Desceu. Lambidas no pré-gozo. Grognados. Chupou toda a extensão. Engoliu até o nariz no meu pubis. Garganta apertando glande. Dedos no clitóris dela. Gemidos crescendo. Gozou sozinha. Rosto contorcido. Deixou-me no limite. Sem engolir porra.

Caiu ao lado. Olhos fechados. Pernas abertas. Respiração funda. Dormia? Levantei-me no cotovelo. Rosto menos feio agora. Mão dela no meu pescoço. Guiou à mama. Obedeci. Ajoelhei. Chupei mamilo esquerdo. Forte. Antebraço roçando vulva. Ela ondulou. Friccionou clitóris. Gemidos. Desci. Beijos da mama ao monte. Boca na boceta. Clitóris enorme. Aspirei. Rolei com língua. Bassin dela brutal. Mãos na cabeça. Coxas apertando. ‘O que me fazes?’ Gritos. Hurlo. Corpo tremendo. Desmaiou. Orgulho meu. Orgia de prazer.

A Febre

Acordou confusa. ‘Onde estou?’ Expliquei. Incrédula. Abraçou-me. ‘Primeira vez assim. Gozei de verdade.’ Soluços. Lágrimas no meu peito. Deixei fluir. Calma veio. Levantou por lenço. Ar estranho. Meu pau moleu. Ela deitou. ‘Sinto-me bem. Como se fosse virgem.’ Suspiro. ‘Tu não gozaste. Dorme agora.’ Cobriu-se. Virei-me. Dormi.

Meio da noite. Mão dela na minha verga. Apertando no sono. Roncos. Pernas escancaradas. Cariciei. Dedos na boceta. Um. Dois. Três. Molhada grossa. Montei. Missionário. Penetrei fácil. Pouco funda. Utérus no três-quartos. Bombeio leve. Acordou em pânico. ‘Para!’ Debateu-se. Trauma de estupro jovem. Saí. Ela sentou em mim. Cavalgou. ‘Verge longa demais. Cuido.’ Movimentos longos. Pubis colados. Dor no rosto. Persistiu. ‘Sem pílula. Mas fode. Engravidar? Lembrança.’ Deitou. Beijo. ‘Sou tua. Goza em mim.’ Rolei-a. Pernas nos ombros. Controle total. Bombeio amplo. Mão dela no clitóris e cu. ‘Vou gozar.’ ‘Dentro. Sente-te.’ Gritei. Enchi-a. Fundo. Resistência cedeu. Glande no útero? Ela sorriu. Carícias nas costas. Anus.

Não amoleci. ‘Sodo-me.’ Sem prep. Guiou. Apertado. Sofrimento. Parou. Leite de toalete. Lubrificou. Metade na primeira. ‘Grossa.’ Esperou. Ela moveu. Secou. Mais lub. Todo dentro. ‘Fode até encher meu cu.’ Lento. Acelerou. Gozei fundo. Primeira anal dela. ‘Recompensa pela língua.’ Beijo.

O Braseiro

‘Demanhã, engulo.’ Dormimos.

Chuveiro matinal. Chupou. Engoliu. Honorable.

Dia, estranhos. Noite, aeroporto. Desvio no bosque. Saia erguida. Calcinha de lado. Rápido. Fundo. Gozei grunhindo. ‘Senti-lo toda viagem. Souvenir.’ Carta. ‘Vem aos US. Ajudo.’ Meses depois, promoção. Graças a ela.

As Cinzas: Pele ainda quente. Coração batendo eco. Noite única. Perigosa. Devoradora. Marcada para sempre.

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